Dançar é uma paixão, mas para manter acesso o fogo desta paixão e preciso trabalho ardo, dedicação, disciplina, respeito e muito amor por cada passo que damos...

*Por: Mary... Mariana de Oliveira...

Divulgando todas as artes através da arte de dançar....


terça-feira, 9 de agosto de 2011

Mariana de Oliveira Você razão deste meu sorriso









Mary_Mariana de Oliveira
Cabelereira e dançarina nas horas vagas....

* Esse vídeo tenta mostrar o quanto a dança de salão mudou minha vida em todos os sentidos...
 

 

Este Vídeo faz parte da apresentação "No Ritmo do Amor" (abertura) realizada na Fraternidade Francisco de Assis em 06.08.2011...
Uma noite especial para mim e meus amigos da dança de salão.

quinta-feira, 7 de julho de 2011

domingo, 19 de junho de 2011

Apologia da Milonga

O Tango Milongueiro ou de Salão
O tango envolve experiências comuns mas é, essencialmente feito na primeira pessoa, por ser algo de pessoal e único que passa pela pele e pela alma de quem dança.
Como diz o poeta, “el tango es un sentimiento que se baila”
Em geral aquele que elege e baila o tango “milongueiro”, acaba por o tornar numa necessidade e num hábito difícil de abandonar, porque somente numa “milonga” está presente o estímulo forte do ocasional e do improviso e onde mais emerge a paixão da dança, estimulada pelas diferentes maneiras de dançar e pela forma do “abraço”, dos pares que se vão
acontecendo e que, muitas vezes, se desconhecem.
Este estímulo não acontece na rotina que um par permanente necessariamente cria, nem numa dança previamente coreografada.
A substância do Tango MilongueiroA substância do tango “milongueiro” radica na fruição do par, ao criar em cada tango um momento de prazer individual e íntimo.
Numa “milonga” existe também a sedução do olhar, o cuidar da imagem, da forma de dançar e do cumprimento dos códigos de convivência, que foram surgindo como forma de organizar o baile.
Alguns são comuns a outras danças de par, outros muito próprios da “ milonga”.
- Dançar no sentido contrário ao dos ponteiros do relógio, para que exista a ordem que permita dançar sem chocar ou ser chocado pelos demais pares;
- Olhar e submeter-se aos olhares, como forma de interactividade entre os bailarinos, olhares esses que poderão ser de aprovação ou desagrado, de timidez ou de desafio, de sedução ou rejeição;
- Submeter-se aos intervalos das “tandas”, que desalentam por vezes, ou surgem na altura menos desejada, (mas que na realidade permitem um pequeno descanso e uma reabilitação das forças);
- Escolher e utilizar códigos de convite e de abordagem, (fase muitas vezes difícil para os dançarinos menos experientes).
- Tradicionalmente na “milonga” argentina continua a ser usado o “cabeceo” (sinal de cabeça), o olhar mais intenso, o piscar de olhos ou o convite verbal directo, embora esta ultima forma seja francamente criticada pelos “milongue
Estes comportamentos e outros, variam necessariamente com o local da “milonga” e o clima existente, mas submete-nos sempre a uma organização e a regras de comportamento que nos provocam estímulos e por vezes criam um clima que nos faz encontrar a ocasião própria para, naquele local e naquela altura, dançar, quiçá, o melhor tango da noite ou, quem sabe, o melhor tango da nossa vida.
Pode-se sempre dançar, noutro qualquer lugar com um par que nos agrade e nos estimule, mas certamente que não se sentirá o clima de “milonga”, onde se encontra toda a ritualidade do ambiente e do encontro, tendo sempre de permeio e como protagonista principal o que os une, o tango.
È na “milonga” que homem e mulher se juntam miticamente no abraço de uma dança que se improvisa e permanentemente se cria.
Num espaço de “milonga” não está também e unicamente em jogo a interacção com o nosso par, mas estamos, de facto, numa relação estreita com todos os que ali dançam, sendo indispensável não esquecer o respeito que devemos aos outros pares, já que a nossa forma de dançar, para o bem ou para o mal, se vai reflectir necessariamente no ambiente do baile.
Aquele que faz estrondosos ganchos, marca contundentemente boleos e adornos, gira pela pista vertiginosamente daqui para ali, não só acaba inevitavelmente por chocar com o vizinho, como vai com certeza sentir o olhar de desaprovação dos atingidos e em milongas de outros tempos, encontraria com certeza o punho da ocasional vitima ou de algum parente que surgisse em defesa do ou da ofendida.
iros” mais tradicionais….
O baile deve ser mais repousado e menos “voador”.
O “milongeiro” tem sempre presente que giros ou adornos somente devem ser executados quando o espaço o permita, o mesmo se passando com os recuos ou as mudanças brusca de direcção.
O tango actual assenta numa complexa estrutura em que devem ser conjugados o estilo e a técnica.
Nas décadas áureas de 30 a 50, em Buenos Aires e noutras capitais europeias, bailava-se com os códigos populares que, durante muito tempo, assentaram basicamente “na paixão e na carne”.
Segundo “milogueiros” dessa época e que foram testemunhas presenciais dessas “milongas”, eram poucos os que realmente bailavam “bem”. Toda a gente se movia ao ritmo da música, cultivava-a e bailava-a, mas eram escassos os bailarinos que se submetiam á estrutura do tango, o recriavam e o reinventavam.
Com a evolução natural da dança, a complexidade foi crescendo, o tango” milongueiro” melhorou muito de qualidade, mas nunca adoptou uma complexidade técnica que o levasse a utilizar um grande número de passos e figuras por dança.
Aquele que baila bem não é necessariamente o que utiliza um complicado e infindável número de figuras.O actual “milongueiro” domina bem a técnica dos passos, dos giros, das caminhadas, das paradas, sabe colocar e apoiar os pés de uma forma segura, garantindo equilíbrio para si e para o par, cuida do abraço, domina bem a complexa expressão corporal, o que lhe permite conduzir a mulher com todo o corpo, cuida da harmonia dos movimentos e procura criar sempre um espaço comum, que irá permitir ao par, improvisar e a recriar, fazendo com que ambos ponham no na dança a sua personalidade e a sua maneira de dançar ou estilo.
O tango “show ou fantasia”
.Neste tipo de tango são diferentes os requisitos, tanto nos objectivos como nas exigências. Já obriga a uma preparação prévia e cuidada, cujo objectivo é presentear os espectadores com um show rigoroso e que pouco ou nada tem a ver com o tango que deve ser praticado numa “milonga”.
Neste tango, o par está preparado para se expor e ser avaliado, havendo um saber antecipado, uma planificação prévia e uma coreografia para exibir, com pouco espaço para a improvisação e a espontaneidade
No tango show também estão necessariamente presentes emoções nos bailarinos. Mas são as que advêm da tensão do espectáculo e do melhor ou pior desempenho, importando essencialmente as emoções que conseguem criar nos que os vêem.
Como tango profissional que é, o objectivo do par naquele momento não é o de desfrutar o prazer da dança, mas sim o de oferecer algo que os outros possam fruir.
Sempre os profissionais frequentaram as “milongas”, como forma de não perder o contacto com o tango “milogueiro”, mas também na busca do prazer que a tal espontaneidade e o improviso proporcionam e que o espectáculo em palco não lhes dá.
Nas “milongas” actuais e apesar do surgimento dos novos espaços as novas tecnologias e os novos ritmos, cada vez que um principiante entra numa “milonga”, sente necessariamente o passado que não teve a possibilidade de conhecer e com certeza, aquela nostalgia indefinida que os “milongueiros” sempre buscaram.
Nas actuais milongas “porteñas”, muitos dos antigos códigos ainda são usados e aceites pela nova geração do tango, porque necessariamente precisam de cumprir regras que lhes permitam a interacção com o seu par e com os restantes pares que partilham o mesmo espaço, aceitando e transmitindo a tradição que faz do tango uma dança única.

É nas “milongas” onde o “abraço” é mais forte e onde o “encontro” pode produzir emoções irrepetíveis.
Fonte: http://www.portotango.com/LDU800/page.php?id=55

domingo, 12 de junho de 2011

Burlesque


















Ficha Técnica

título original:Burlesque
gênero:Drama
duração:1 hr 59 min
ano de lançamento: 2010
site oficial: http://www.burlesque-movie.com/
estúdio: De Line Pictures
distribuidora: Screen Gems (EUA) | Sony Pictures (Brasil)
direção: Steven Antin
roteiro: Steven Antin, Susannah Grant e Keith Merryman
produção: Donald De Line
música: Christophe Beck
fotografia: Bojan Bazelli
direção de arte: Chris Cornwell
figurino: Michael Kaplan
edição: Virginia Katz

Curiosidades

- Estreia da cantora Christina Aguilera no cinema e como protagonista;

- O filme reúne a cantora e atriz Cher, vencedora do Oscar, com outra cantora e, agora atriz estreante, Christina Aguilera;

- Jessica Biel e Lindsay Lohan tiveram seus nomes cogitados para viver o personagem Nikki, que acabou ficando com a atriz Kristen Bell;

- Três atores da série Crepúsculo foram considerados para interpretar o papel de Jack: Robert Pattinson, Kellan Lutz e Taylor Lautner. Por coincidência (provavelmente comercial), Cam Gigandet, também do elenco da saga, acabou ficando com o papel;

- A primeira opção de Christina Aguilera para viver Nikki era Emma Stone;

- Os atores Patrick Dempsey, Sam Worthington, Casey Affleck e ainda Jamie Foxx tiveram seus nomes na lista para interpretar o personagem Marcus. Eric Dane, que trabalhou com Foxx em Idas e Vindas do Amor, ficou com o papel;

- A foto do personagem Ali com sua mãe é uma foto verdadeira da cantora Christina Aguilera com sua mãe real, Shelly Kearns;

- Cher canta "You Haven't Seen the Last of Me" ao vivo;

- O ator, roteirista, produtor e diretor Steve Antin teve a ideia de fazer o filme depois de ver Christina Aguilera cantando como convidada do grupo The Pussycat Dolls, criado por sua irmã Robin Antin;

- A primeira música que Ali dança durante seu teste é "Nasty Naughty Boy" da própria Christina Aguilera;

- O personagem de Stanley Tucci aparece fumando na maioria de suas cenas;

- Durante uma entrevista, Cher revelou que a mulher mais velha do elenco além dela tinha 32 anos;

- A maioria das roupas usadas pelo personagem de Cher fazem parte do próprio armário da atriz e cantora na vida real;

- Quando Tess (Cher) pergunta a Sean (Tucci) o que aconteceu com as dançarinas de Los Angeles, ele responde que estão no programa "Dancing with the Stars". Uma de suas dançarinas no filme, a atriz Julianne Hough, foi uma das competidoras no programa na edição de 2005 e terminou em 4º lugar;

Sinopse

Ali (Christina Aguilera) deixou sua pequena cidade natal em busca do sucesso em Los Angeles. Logo ao chegar ela conhece a boate Burlesque, especializada em shows musicais de belas mulheres, que sempre se apresentam usando playback. O local é gerenciado por Tess (Cher), que nega uma chance a Ali. Ela insiste e consegue ser contratada como garçonete, graças à ajuda do balconista Jack (Cam Gigandet). Ali passa a acompanhar todos os shows, decorando as canções e coreografias. Quando Tess e seu braço-direito Sean (Stanley Tucci) realizam uma audição em busca de novas bailarinas, Ali aproveita a chance para mostrar do que é capaz.

Fonte dos Textos:
http://www.adorocinema.com/filmes/burlesque/

quinta-feira, 2 de junho de 2011